Cigarros. Sentimentos. Poesia.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Qualquer Coisa
Tenho sentimentos e bossa nova
Tenho um gole de café e outro gole de saudade
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho insonia e problemas de matemática
Tenho amor e filmes de terror
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho toda sorte do mundo e um pouco de mentira
Tenho o tempo nas minhas mãos, tenho o céu
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho pijamas de bolinhas, tenho minhas manias
Tenho todas as cores, tenho quase um arco íris
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho minha companhia sutilmente inconveniente
Tenho bolachas de queijo e canetas nas mãos
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho papéis em branco, tenho paredes ativas
Tenho toda essa vontade transbordando essa falsa adrenalina
Ah, mas se eu tivesse você...
Se eu tivesse você eu não teria mais nada
Se eu tivesse você eu teria tudo
Mas o que adianta ter você?
Se quando eu te tenho eu nem sei mais quem me tem...
Você nunca será, ninguém nunca terá
Sou eternamente minha, e isso é quase perturbador
(Camila Tostes)
Tenho um gole de café e outro gole de saudade
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho insonia e problemas de matemática
Tenho amor e filmes de terror
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho toda sorte do mundo e um pouco de mentira
Tenho o tempo nas minhas mãos, tenho o céu
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho pijamas de bolinhas, tenho minhas manias
Tenho todas as cores, tenho quase um arco íris
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho minha companhia sutilmente inconveniente
Tenho bolachas de queijo e canetas nas mãos
Ah, mas se eu tivesse você...
Tenho papéis em branco, tenho paredes ativas
Tenho toda essa vontade transbordando essa falsa adrenalina
Ah, mas se eu tivesse você...
Se eu tivesse você eu não teria mais nada
Se eu tivesse você eu teria tudo
Mas o que adianta ter você?
Se quando eu te tenho eu nem sei mais quem me tem...
Você nunca será, ninguém nunca terá
Sou eternamente minha, e isso é quase perturbador
(Camila Tostes)
quinta-feira, 20 de março de 2014
Um Lado De Um Dos Lados
Você tem suas armas e eu tenho minhas rosas
Delírio coagido de conquistar essa dor
Você com essas asas e eu sem verso e nem prosa
Um anjo que o poeta projetou para o amor
De lá ou cá mal lhe conheço
Amanhã ou depois logo te esqueço
Mas enquanto seu sorriso dançar dentro de mim
Temo ficar presa nesse balanço sem fim
Passa o dia, passa a hora, chega a noite
Chega com o brilho que arrasta
Permanece com a força que tem
Consome-me todas as linhas
Rabisca-me todas as rimas
Deixa-me pairando no ar, mesmo estando sozinha
(Camila Tostes)
Delírio coagido de conquistar essa dor
Você com essas asas e eu sem verso e nem prosa
Um anjo que o poeta projetou para o amor
De lá ou cá mal lhe conheço
Amanhã ou depois logo te esqueço
Mas enquanto seu sorriso dançar dentro de mim
Temo ficar presa nesse balanço sem fim
Passa o dia, passa a hora, chega a noite
Chega com o brilho que arrasta
Permanece com a força que tem
Consome-me todas as linhas
Rabisca-me todas as rimas
Deixa-me pairando no ar, mesmo estando sozinha
(Camila Tostes)
segunda-feira, 17 de março de 2014
Espaço Silencioso
"Cabe tudo no silêncio,
Cabe o vento e o som dele
Cabe o grito mais alto
Cabe o choro mais baixo
Cabe você
Cabe eu
Nos cabe.
Cabe o som da viola
Cabe o barulho das horas
Cabe essa vaga memória
Cabe o medo
Cabe a coragem
Cabe toda essa vontade
Cabe até essa saudade
Tá cabendo calmaria, tá cabendo tempestade
Tá cabendo solidão, tá cabendo vaidade
Tá cabendo bossa nova, tá cabendo rock and roll
Tá cabendo tudo aquilo que parece não ter fim
Só tenho medo do silêncio
Pois nele anda cabendo o que não cabe mais em mim..."
(Camila Tostes)
Cabe o vento e o som dele
Cabe o grito mais alto
Cabe o choro mais baixo
Cabe você
Cabe eu
Nos cabe.
Cabe o som da viola
Cabe o barulho das horas
Cabe essa vaga memória
Cabe o medo
Cabe a coragem
Cabe toda essa vontade
Cabe até essa saudade
Tá cabendo calmaria, tá cabendo tempestade
Tá cabendo solidão, tá cabendo vaidade
Tá cabendo bossa nova, tá cabendo rock and roll
Tá cabendo tudo aquilo que parece não ter fim
Só tenho medo do silêncio
Pois nele anda cabendo o que não cabe mais em mim..."
(Camila Tostes)
18 Linhas De Confissões Mesquinhas
"Vou seguindo inconstante como o vento
Os livros da minha estante não me dizem o porquê
Vou me dopando, me enganando, te querendo
E nesse jogo sujo quem vai ganhar é quem perder
No balanço contínuo das minhas certezas
Logo me chega a conclusão quase cruel
Me escondo, me solto, mas volto
E sempre retorno desejando nunca ter partido
Moldada pelos meus próprios desejos
Eu sigo onde a minha mente vai
Te peço perdão por todo esse exagero
Mas isso é só porque eu não aguento mais
Os caminhos são todos confusos
E a forma como eu venho caminhando sempre me entregam á você
Só que um dia eu vou e não volto
E talvez na minha ausência consigas por fim entender
Que posso ser forte como uma tempestade
Mas por você eu me renderia a força dessa saudade..."
(Camila Tostes)
Os livros da minha estante não me dizem o porquê
Vou me dopando, me enganando, te querendo
E nesse jogo sujo quem vai ganhar é quem perder
No balanço contínuo das minhas certezas
Logo me chega a conclusão quase cruel
Me escondo, me solto, mas volto
E sempre retorno desejando nunca ter partido
Moldada pelos meus próprios desejos
Eu sigo onde a minha mente vai
Te peço perdão por todo esse exagero
Mas isso é só porque eu não aguento mais
Os caminhos são todos confusos
E a forma como eu venho caminhando sempre me entregam á você
Só que um dia eu vou e não volto
E talvez na minha ausência consigas por fim entender
Que posso ser forte como uma tempestade
Mas por você eu me renderia a força dessa saudade..."
(Camila Tostes)
sábado, 15 de março de 2014
Notas Da Monotonia
"O ciclo se fechou
Lá se vai mais um dia
A noite ganhando cor
A Lua minha companhia
Os versos em minha mente
Justificando meus medos
Se tornam quase vertentes
De um relógio sem ponteiro
O violão atrás da porta
Que eu não sei tocar
Ecoa melodias tortas
Que dançam no silêncio
Demasiada insone
Complexa e fértil
A madrugada me consome
De amor, saudade e tédio"
(Camila Tostes)
Lá se vai mais um dia
A noite ganhando cor
A Lua minha companhia
Os versos em minha mente
Justificando meus medos
Se tornam quase vertentes
De um relógio sem ponteiro
O violão atrás da porta
Que eu não sei tocar
Ecoa melodias tortas
Que dançam no silêncio
Demasiada insone
Complexa e fértil
A madrugada me consome
De amor, saudade e tédio"
(Camila Tostes)
quinta-feira, 13 de março de 2014
Quem Dera Fosse Engano
"Me engano quando penso
Que me enganei
Quando te vi imaginei
Que serias despedida
Pois nos teus olhos vi escrito
Que me instigaria gritos
De tristeza e alegria
E lá no fundo do azul
Algo bem sutil dizia
Que de vez em quando
Desejaria sua companhia
Leve como uma pluma
Ou forte como uma ventania
Mas me mantenho bem
Hoje faz uma semana
Que acordei sem sonhar
Com você dizendo que me ama
Me acostumei com o medo
De andar sempre entre espinhos
E pode ser que um dia eu encontre
Outra rosa em meu caminho."
(Camila Tostes)
Que me enganei
Quando te vi imaginei
Que serias despedida
Pois nos teus olhos vi escrito
Que me instigaria gritos
De tristeza e alegria
E lá no fundo do azul
Algo bem sutil dizia
Que de vez em quando
Desejaria sua companhia
Leve como uma pluma
Ou forte como uma ventania
Mas me mantenho bem
Hoje faz uma semana
Que acordei sem sonhar
Com você dizendo que me ama
Me acostumei com o medo
De andar sempre entre espinhos
E pode ser que um dia eu encontre
Outra rosa em meu caminho."
(Camila Tostes)
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