"Vou seguindo inconstante como o vento
Os livros da minha estante não me dizem o porquê
Vou me dopando, me enganando, te querendo
E nesse jogo sujo quem vai ganhar é quem perder
No balanço contínuo das minhas certezas
Logo me chega a conclusão quase cruel
Me escondo, me solto, mas volto
E sempre retorno desejando nunca ter partido
Moldada pelos meus próprios desejos
Eu sigo onde a minha mente vai
Te peço perdão por todo esse exagero
Mas isso é só porque eu não aguento mais
Os caminhos são todos confusos
E a forma como eu venho caminhando sempre me entregam á você
Só que um dia eu vou e não volto
E talvez na minha ausência consigas por fim entender
Que posso ser forte como uma tempestade
Mas por você eu me renderia a força dessa saudade..."
(Camila Tostes)
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