quinta-feira, 13 de março de 2014
Soneto Errado De Um Amor Equivocado
"Inevitável não sentir a incerteza dilacerante que sua presença provoca
Onde a distância se entrelaça a vontade de estar perto
Dessa sintonia quase tímida que nos prende ao acaso de um sorriso desigual
Do simples falso relato de um olhar desesperado
Que por vezes quase jura resistir até o final
Mas logo no meio do erro já se encontra pelo avesso
Movido pelo impulso de um desejo reprimido
E sem querer segue querendo
Se entorpece desse veneno
Que a sua respiração profunda exala no ar que me envolve
Pois a cada longo dia que me esvazio de sua companhia
Restam semanas inteiras que estão cheias de você
E para todos os amores vividos em vão
Há aquelas borboletas que nascem para morrer..."
(Camila Tostes)
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